A tecnologista sênior do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) apresentou dados levantados nos últimos cinco anos acerca do crescimento de dados provenientes do avanço da infraestrutura tecnológica no país e falou sobre a necessidade de gerenciar tais dados. “Estamos vivendo o momento da ciência aberta e do compartilhamento de dados, mas temos também que pensar em desenvolvimento tecnológico e inovação do país, além da soberania nacional da pesquisa brasileira”, considerou Maíra.
Foram discutidos temas como o andamento da pesquisa no século 21, o que é a gestão de dados de pesquisa, o que envolve essa gestão e quais as vantagens de investir na administração de dados. Para Maíra, é de grande relevância levar essas reflexões para entidades como a CAPES, uma vez que “o sucesso da implementação de uma política com essa finalidade depende das agências de fomento”. “Há um consenso na minha pesquisa: 90% dos participantes, incluindo amostras de agências de fomento e doutores, apontam que o Brasil precisa de uma política nacional para gestão de dados”, analisa a doutora.
A tese da doutora pode ser acessada por meio do repositório da Universidade de Brasília no endereço eletrônico: http://repositorio.unb.br/handle/10482/24895.

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