Nesta edição, mais um tema sugerido por esse verdadeiro conselho editorial composto por 86 mil leitores, entre trabalhadores, conselheiros, gestores, estudantes, professores, pesquisadores, ativistas, especialistas e usuários da saúde pública.
Segundo a Federação Internacional do Diabetes (IDF), há 387 milhões de pessoas vivendo com diabetes no mundo, 80% delas nos países de média e baixa renda. Muitos desconhecem sua condição, o que torna esta, uma epidemia silenciosa. Cerca de 9 milhões de brasileiros acima de 18 anos sabem que possuem a doença, calcula o IBGE. Estimular e viabilizar o diagnóstico, prover informações adequadas e garantir o acesso a medicamentos e materiais essenciais para o controle da glicose são alguns dos desafios do SUS.
Há dois tipos de diabetes: a que geralmente aparece na infância, quando pouca ou nenhuma insulina é liberada pelo corpo, que tem origem genética e corresponde a 10% dos casos; e a que mais frequentemente é desenvolvida a partir dos 40 anos, quando o corpo não utiliza adequadamente a insulina que produz — 90% dos casos. O repórter Luiz Stevanim ouviu pessoas com a doença e seus familiares sobre as possibilidades e dificuldades de levar a vida em equilíbrio e de obter o tratamento no SUS, além de pesquisadores e profissionais de saúde.
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