SUS tem rede de atendimento à mulher vítima de violência
Secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães apresentou políticas para garantir atendimento adequado e humanizado na rede pública de saúde
Em audiência pública no Senado Federal nesta quinta-feira (19), o secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães, apresentou as políticas públicas do Ministério da Saúde que garantem atendimento adequado e humanizado às mulheres vítimas de violências. A audiência aconteceu durante a 10ª Reunião da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência contra a Mulher.
Um dos temas em destaque foi a proposta feita pelo secretário para que os laudos feitos em mulheres vítimas de violência sexual nos serviços de referência, credenciados pelo Ministério da Saúde, possam ser utilizados como prova pericial. Com isso, as mulheres não teriam que se submeter a novo laudo no Instituto Médico Legal (IML). “Isso pode ser um avanço, uma modernização, uma proteção e uma humanização do atendimento à mulher vítima de violência. Nossa proposta é que a CPMI inclua isso no seu relatório e que agilize a tramitação dessa mudança”, destacou Magalhães. Grupo de trabalho com representantes da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e dos ministérios da Saúde e da Justiça discute o tema.
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Em audiência pública no Senado Federal nesta quinta-feira (19), o secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães, apresentou as políticas públicas do Ministério da Saúde que garantem atendimento adequado e humanizado às mulheres vítimas de violências. A audiência aconteceu durante a 10ª Reunião da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência contra a Mulher.
Um dos temas em destaque foi a proposta feita pelo secretário para que os laudos feitos em mulheres vítimas de violência sexual nos serviços de referência, credenciados pelo Ministério da Saúde, possam ser utilizados como prova pericial. Com isso, as mulheres não teriam que se submeter a novo laudo no Instituto Médico Legal (IML). “Isso pode ser um avanço, uma modernização, uma proteção e uma humanização do atendimento à mulher vítima de violência. Nossa proposta é que a CPMI inclua isso no seu relatório e que agilize a tramitação dessa mudança”, destacou Magalhães. Grupo de trabalho com representantes da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e dos ministérios da Saúde e da Justiça discute o tema.
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